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Um estupro a menos: que lição tirar?

No Brasil 1 mulher ou menina é estuprada a cada 8 (oito) minutos, na semana passada a solidariedade de um motorista de ônibus e dois passageiros salvou uma mulher de 38 anos de entrar para essa lista (leia a matéria completa no QR code abaixo).

A violência, em suas mais variadas formas, ocupa o topo da lista das preocupações dos brasileiros, o estupro em especial para as brasileiras, não por outro motivo o tema está sempre em discussão, pseudo-especialistas apontam culpados: a polícia, o poder judiciário e as leis são as escolhas mais comuns. Não se dão conta que uma questão tão complexa é produto de uma pluralidade de causas e, dessa forma, exige como resposta uma somatória de esforços. O atento motorista do ônibus e  os dois corajosos passageiros nos ofereceram um ótimo exemplo, seja ao notarem que o abraço que a vítima deu foi forçado, que o homem era um estuprador, não seu namorado, seja ao confrontarem-no, todo criminoso é na essência um covarde, o estuprador não foge à regra, quando se viu descoberto soltou a vítima.

Esse é um início da caminhada para uma sociedade menos violenta, expurgar “filosofias” tais como “... em briga de marido e mulher não se mete a colher…”, atentar para o que ocorre à volta, não se omitir, quando não for possível intervir, denunciar e sobretudo, refletir na hora de escolher os candidatos nas eleições, preferindo aqueles que têm propostas efetivas, não caindo no canto da sereia que se resume ao endurecimento das leis.






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